Por Alvaro Bandeira
Sócio e Economista Chefe home broker modalmais

“Não chega primeiro quem vai mais depressa,
mas sim quem sabe onde vai”. Sêneca

Você está plenamente satisfeito com o retorno de seus investimentos em renda fixa? Caso a resposta seja afirmativa, não perca seu tempo lendo esse artigo. Caso contrário, convidamos para uma reflexão, e penso que podemos ajudar.
Nos últimos meses, o Brasil tem passado por período de desinflação e deflação, e isso tem produzido efeitos de redução da taxa de juros básica, a taxa Selic, com efeito pequeno sobre o que você efetivamente paga de juros, mas também afetando negativamente os retornos esperados em aplicações de renda fixa (com redução mais forte).

No momento em que a poupança passa a ser minimamente competitiva com outras formas de aplicação em renda fixa, está mais do que na hora de você rever conceitos. Essa situação de juros em queda deve permanecer por um bom tempo, o que tende a reduzir ainda mais os retornos esperados e deixar os investidores no segmento mais insatisfeitos. Esse parece ser o consenso de momento.

Assim, está na hora de sair do conforto das operações sem risco ou de risco muito baixo e buscar aplicações que possam trazer mais satisfação pela rentabilidade auferida. Ampliar retornos significa obrigatoriamente que você tenha que assumir um pouco mais de risco em seus investimentos.

Mas é possível fazer isso com consciência aumentando retornos sem mexer muito no grau de exposição. De outra feita, o governo tem acenado “harmonizar” a cobrança de imposto sobre ganhos auferido, o que reduzido a expressão mais simples, significa dizer que ampliará imposto em ativos hoje isentos, como as LCIs e LCAs, as letras de crédito imobiliário e agrícola; ou mesmo os CRIs e CRAs.

Nós que lidamos diariamente com investimentos já começamos a presenciar mudanças de atitude entre os investidores na tentativa de elevar ganhos. Primeiro é necessário determinar sua propensão ao risco, e só depois formatar a posição de carteira ideal para seu perfil. Porém, a migração para aplicação em outros ativos parece ser recomendável.

Um primeiro movimento pode ser buscar aplicações diferenciadas em debêntures, que produzem retornos melhores, mesmo sendo tributadas (debêntures incentivadas estão na faixa de alíquota zero). Mas nesse caso, convém buscar assessoria que entende, pois os ativos não são padronizados.

Um segundo movimento pode ser buscar aplicar em fundos de renda fixa ou multimercado com baixo nível de volatilidade. Nesse caso você deve avaliar o passado de rentabilidade dos gestores e taxa de administração e sucesso eventualmente cobradas lembrando que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

Com o aprendizado feito, você pode se aventurar em destinar parte de sua poupança para aplicações em fundos mais alavancados e fundos de ações.

O próximo movimento será montar uma carteira de ações, mas para tal será preciso conhecer os meandros do mercado ou obter assessoria qualificada, para conseguir diversificar risco com eficiência e ampliar retorno. Fuja das dicas que quase sempre levam ao insucesso.

Uma coisa é certa: está na hora de reavaliar seus investimentos. Acesse modalmais.com.br e saiba como.

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