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“Apropriações” , na LONA Galeria

Coletiva em formato digital

Metodologia criativa agrupa artistas por sua similitude

A LONA Galeria exibe, em seus canais digitais, a mostra coletiva Apropriações. Seis artistas convidados pela galeria – Fernando Soares, Gabriel Almeida, Lucas Quintas, Neiliane Araujo, Roberta Fortunato, Rodrigo Seles – exibem, aproximadamente, 18 trabalhos entre desenhos, pinturas e esculturas. As mostras, em formato digital, estarão montadas na galeria para visitas com agendamento prévio.

Em “Apropriações”, na definição de Duílio Ferronato, “tem a ver com colecionismo; os artistas têm em comum o hábito de coletar e colecionar coisas, imagens, ideias, montando assim um acervo onde buscam o princípio de cada trabalho. No próprio ato de coletar já pressupõe uma noção de percurso que só se revela quando colocado ao lado de outra peça da coleção. Um conjunto de peças de origens diversas aponta uma originalidade da edição. Com isso a apropriação se torna criação”.

Fernando Soares discute a natureza pictórica da matéria em si, através de pinturas/objetos, colagens e instalações. A pesquisa parte das propriedades e/ou ambiguidades dos materiais que utiliza e fatores como ação e reação dos mesmos no espaço.

Gabriel Almeida busca, através da pintura, resgatar o potencial imagético de conteúdos triviais e desgastados pela massificação: ora através da construção de cenários que recombinam múltiplas imagens de origens ora na reprodução fiel de um frame específico de algum “vídeo viral”.

Lucas Quintas, com linhas coloridas de diferentes espessuras e tons, constrói um desenho quase matemático, onde o pictorialismo atua, colocando sua força e ditando resultados conceituais e métricos na produção.

Neiliane Araujo cria em torno de fragmentos como um universo formal escolhido para falar sobre coisas complexas. Fragmento é uma unidade que permite recombinação e ressignificação dos cacos que restam onde a única constante é a mudança.

Roberta Fortunato pesquisa sobre deuses e mitos, em uma série que aborda questões relativas ao sagrado, ao humano e a arte. Tendo como referência os grandes mestres, revisitados com outras técnicas, suportes e materiais, as obras instigam sentidos e sinapses no público.

Rodrigo Selles expõe pinturas que se baseiam em motivos sociais e emocionais para criar um lugar fantástico onde narrativas quase absurdas aludem a problemas comuns, pensamentos e dores, e fazem questionar a origem do sofrimento.

SERVIÇO

Exposição: Apropriações

Artistas: Fernando Soares, Gabriel Almeida, Lucas Quintas, Neiliane Araujo, Roberta Fortunato, Rodrigo Selles

Até 25 de novembro de 2020

Agendamento prévio: e-mail: lonagaleria@gmail.com; WhatsApp (11) 99403-0023

Local: Lona Galeriawww.lonagaleria.com

Endereço: R. Brigadeiro Galvão,990 Barra Funda 01151-000 São Paulo – Brasil

Número de obras: 18

Técnicas: desenhos, pinturas e esculturas

Dimensões: variadas

Preço: sob consulta

Instagram: https://www.instagram.com/lonagaleria/

Facebook: https://www.facebook.com/lonagaleria

Assessoria de Imprensa

Balady Comunicação – Silvia Balady

Tel.: (11) 3814.3382 – contato@balady.com.br

Lona Galeria

Com a entrada na era da participação e do compartilhamento um grupo de artistas e um curador tomaram a decisão de criar um projeto em que a multiplicidade, a diversidade e as experiências fossem os motes.

A Lona Galeria de Arte, que abriu suas portas na Barra Funda em março de 2019, é uma parceria entre o curador Duílio Ferronato e o artista Higo Joseph, e pretende ir muito além do conceito binário e das polarizações estanques. Na Lona Galeria os artistas estão vivos, são parceiros e vão participar tanto do processo criativo quanto das questões administrativas.

‘O processo de criação e seus caminhos interessam tanto quanto o produto final’, diz Higo.

“A convivência entre curadores e artistas, apesar de muitas vezes ser penosa e com ganas de estrangulamento, é profícua e até divertida; porque afinal uma das facetas mais evidentes da arte é justamente produzir fora da norma e com humor. Somos desajustados e produzimos sem definições precisas, mas com as certezas de que estamos em consonância com o que acreditamos”, explica Duílio.

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