mercado imobiliário de Pinheiros
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Pinheiros mantém ritmo de vendas enquanto locação avança

O bairro registrou 57 negócios no segundo trimestre de 2026. A mediana dos fechamentos chegou a R$ 19.403/m², enquanto o valor anunciado para locação subiu 24% no período.

O mercado imobiliário de Pinheiros, em São Paulo, encerrou o segundo trimestre de 2026 com 57 negócios, crescimento de 3,6% em relação ao primeiro trimestre. O resultado mostra um volume de transações próximo ao observado no início do ano.

Nos preços efetivamente negociados, a mediana chegou a R$ 19.403/m², avanço de 1,6% no trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, a alta foi mais expressiva, de 8,8%.

Os dois indicadores ajudam a separar movimentos diferentes: enquanto o número de negócios teve pouca alteração no trimestre, a mediana dos fechamentos permaneceu acima do patamar registrado há um ano.

Ticket médio avança 4,2%

O ticket médio dos imóveis negociados em Pinheiros ficou em R$ 3,5 milhões, crescimento de 4,2% em relação ao primeiro trimestre.

O avanço foi moderado e acompanhou um período de relativa estabilidade no número de transações. Por isso, a leitura do bairro neste trimestre é diferente de mercados como Perdizes, onde o principal movimento esteve no forte crescimento do volume.

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Outro indicador relevante foi a redução da oferta disponível. O estoque de imóveis em Pinheiros caiu 27,5%, encerrando o período em 547 unidades.

A taxa de absorção chegou a 10,4%, colocando o bairro entre aqueles com absorção acima de 10% nesta edição do Snapshots.

Locação apresenta o movimento mais expressivo do trimestre

Se as vendas tiveram variações mais moderadas, a locação apresentou uma mudança mais significativa.

A mediana do valor anunciado para aluguel em Pinheiros chegou a R$ 144/m², alta de 24% em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o crescimento foi de 18,3%.

É importante diferenciar esse indicador dos dados de venda. Os R$ 144/m² representam a mediana dos valores pedidos nos anúncios de locação disponíveis no período, e não contratos efetivamente fechados.

Ainda assim, a variação trimestral faz da locação um dos pontos centrais para entender o comportamento do mercado de Pinheiros nesta edição.

Venda e locação seguem ritmos diferentes

Os dados do segundo trimestre mostram dois movimentos distintos no bairro.

No mercado de compra e venda, o volume avançou 3,6% e a mediana do valor fechado por metro quadrado subiu 1,6%, indicando mudanças mais discretas em relação ao primeiro trimestre. A comparação anual do preço realizado, porém, mostra um patamar 8,8% superior.

Na locação, a variação foi mais acentuada, com crescimento trimestral de 24% no valor anunciado por metro quadrado.

Paralelamente, a redução de 27,5% no estoque e a absorção de 10,4% ajudam a completar a leitura sobre a oferta disponível no bairro.

O que os números mostram sobre Pinheiros?

Pinheiros não teve uma mudança expressiva no número de negócios durante o segundo trimestre. A principal diferença aparece quando os indicadores são observados separadamente.

Para quem pretende comprar, vender ou acompanhar imóveis em Pinheiros, os dados mostram por que venda e locação precisam ser analisadas como mercados distintos. Endereço, metragem, características do edifício, planta e estado do imóvel também continuam determinantes para compreender o valor de cada propriedade.

Conheça os imóveis disponíveis em Pinheiros selecionados pela Bossa Nova Sotheby’s International Realty e acompanhe o Snapshots para entender os movimentos do mercado imobiliário de alto padrão em São Paulo.

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